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Programas de fidelidade: crescimento no Brasil e no exterior

Programas de fidelidade: crescimento no Brasil e no exterior

O Relatório Anual de Fidelidade recém-publicado pela empresa de soluções e desenvolvimento de programas de fidelidade customizados para restaurantes, lojas de conveniência e postos de gasolina Paytronix Systems revelou que os programas de fidelidade estão por trás de um aumento de 18 a 30% nas visitas e gastos em restaurantes e lojas de conveniência.

O relatório também concluiu que entre 5 e 17% da receita geral dos negócios é impulsionada pelos 2 a 3% de clientes mais leais das empresas e que os membros mais jovens estão conduzindo uma mudança geracional na idade e nos gastos em programas de fidelidade.

Olhando para as lojas de conveniência, os membros de fidelidade gastaram, no último ano, 38% a mais, em média. Além disso, os clientes mais fiéis das lojas visitaram as empresas uma ou mais vezes por dia. De acordo com o relatório, o grupo de clientes com mais de 56 anos diminuiu. No entanto, a Paytronix descobriu que agora há mais membros no grupo de 36 a 45 anos do que no segmento de 46 a 55 anos.

Confira mais alguns dados do relatório:

Um novo recorde de gastos: em 2021, os gastos com fidelidade atingiram o nível mais alto já registrado, demonstrando que, mesmo com a inflação em alta, os programas de fidelidade são uma valiosa fonte de receita. Os segmentos de jantar casual, fast-casual, sorvete/lanche/café e mexicano/sanduíche tiveram o maior gasto anual por cliente do que em qualquer outro ano do qual a Paytronix tem dados.

Membros de fidelidade de nível superior são os principais clientes de fidelidade, e representam, predominantemente, os que mais gastam e os visitantes mais frequentes.

Mudança geracional na idade e nos gastos: os millennials (faixa etária de 36 a 55 anos) têm uma porcentagem enorme de gastos, enquanto os baby boomers (segmento com mais de 56 anos) têm uma porcentagem enorme de visitas. O maior potencial inexplorado está na Geração Z (faixa etária de 16 a 35 anos), pois esse grupo tem a maioria dos clientes que não visitam nem gastam. Tanto o crescimento dos gastos dos millennials quanto a redução dos gastos dos baby boomers indicam que os millennials são o futuro dos programas de fidelidade.

E no Brasil?

Por aqui, o crescimento dos programas de fidelidade também segue em alta! De acordo com a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) a interação dos consumidores brasileiros com os programas de fidelidade continua crescendo na base de dois dígitos. O indicador que mede essa atividade – o número total de transações realizadas pelos participantes dos programas – subiu 28,3% no primeiro semestre de 2022 (1S22), se comparado ao mesmo período do ano anterior, e na comparação com 2019, 26,3%, chegando a 12,8 milhões no 1S22.

“A cada apuração fica mais claro que os clientes estão valorizando, cada dia mais, os benefícios proporcionados pelas empresas do setor. Isso se refletiu, ainda no 1S22, quando falamos do faturamento bruto das companhias associadas à ABEMF. Alcançamos R$ 4,4 bilhões. Esse valor é 75,8% superior ao registrado no primeiro semestre de 2021 e 20,0% maior do que no mesmo período de 2019, ou seja, antes da pandemia. Isso demonstra que esta não é apenas uma recuperação dos momentos mais críticos, em termos de isolamento social, mas um crescimento, de fato”, explica o presidente da ABEMF, Emerson Moreira. 

Isso tudo só reforça que o segmento de programas de fidelidade ainda tem um grande potencial a ser descoberto e explorado nos próximos anos, no Brasil e no mundo!

Fique ligado! Aqui no blog da ABEMF sempre contamos as principais novidades do segmento.

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